Hotéis Andaluzia

Hotel Andaluzia - Hotéis em Andaluzia

Hotéis | Andalusia hotels| Hotel barato| Hotel de luxo
 
                 
Member of the 4K.com™ network. Up to 75% discount in 49284 hotels at 4000 destinations.

Andaluzia hotels

Hotels in Andaluzia

Andaluzia cheap hotels
pics by Panoramio: illusandpics.com, Babszi, VERJAGA



Torne-se um membro - 4k.com™


Hotéis em outros destinos:







Pesquisa de hotéis

 


Data de check-in

calendar

Data de check-out

calendar

Hotéis Andaluzia - Sobre Andaluzia


Nota: Para outros significados de Andaluzia, ver Andaluzia (desambiguação).

(Andaluzia por si, para Espanha e para a humanidade.)



Área



População



Representação parlamentar

 

A Andaluzia (em castelhano Andalucía) é uma região de Espanha e está localizada na parte meridional do país, é limitada, começando a Oeste, em direcção a Este, por Portugal pela Extremadura, pela região de Castilla-La Mancha e, finalmente, pela Região de Múrcia. A Sul a fronteira é o mar, o Oceano Atlântico e o Mar Mediterrâneo, numa costa com cerca de 910 km. A sua capital é a cidade de Sevilha, onde tem a sua sede a Junta de Andaluzia, enquanto o Tribunal Superior de Justiça de Andaluzia tem a sua sede na cidade de Granada.

O seu nome provém de Al-Andalus, nome que os muçulmanos davam à Península Ibérica no século VIII.

É a segunda maior comunidade autônoma espanhola e ocupa o primeiro lugar na lista das regiões por população e tornou-se comunidade autónoma em 1982. O novo estatuto de autonomia do ano 2007 reconhece a sua identidade como uma realidade nacional.



A sua origem remonta à Pré-História o primeiro povoamento da Andaluzia datam do período paleolítico. Por volta de 1.000 a.C. estabeleceram-se diversos povos que a colonizaram entre eles os fenícios, gregos e cartagineses. Reino de Tartessos foi o nome como os gregos denominaram a região que tinha por linha central o vale do rio Tartessos, que depois os romanos chamaram de Bétis e os árabes de Guadalquivir. No século VI a.C, Tartessos desapareceu abruptamente e quando os romanos lá chegaram o reino já não existia mais. Os cartagineses abandonaram a região quando Cartago foi derrotada pelos romanos na Segunda guerra púnica.

Os romanos dominaram a região e lhe deram o nome de Bética e ficaram ali até as invasões dos vândalos e visigodos. Na época do domínio romano a região era rica e exportava vinho e principalmente azeite de oliva. Enquanto os vândalos permaneceram por pouco tempo na região, os visigodos fundaram um reino que durou até a chegada dos muçulmanos oriundos do Norte de África e do Próximo Oriente.

Em 711 a.C. os árabes invadiram a região, um domínio que durou oito séculos e deixou marcas na população e na cultura da Andaluzia. Estabeleceram um Emirado com capital em Córdoba, que se tornou independente de Damasco no ano de 929. Este período foi de grande prosperidade sociocultural. A agricultura desenvolveu-se muito, tal como as indústrias naval, de papel, do vidro, dos tecidos e da cerâmica. Provavelmente o nome Andaluzia seria uma denominação dos árabes deram aos vândalos (que não conseguiam pronunciar o som do "v").

Durante o século XI o califado debilitou-se em guerras civis sendo região conquistada pelos reis católicos facto conhecido como a Reconquista de Granada em 1492. A presença árabe na região pode ser constatada por vários monumentos (como as fortalezas de Alhambra e mesquitas como em Córdoba) assim como palavras encorporadas ao dicionário espanhol).

Depois da conquista castelhana, o território da atual Andaluzia estava ocupado por quatro reinos: Sevilha, Córdoba, Jaén e Granada. Porém, na época o termo Andaluzia só desginava os reinos de Sevilha e Córdoba. O que é conhecido como território actual só se formou após a Guerra das Alpujarras de 1570-72 quando se deu a total expulsão dos mouros da região. Primeiro, os mouros se dispersaram pelo Reino de Castela, sendo depois totalmente expulsos da península Ibérica em 1609.

A campanha de expansão castelhana na América durante o século XVI causará um período de esplendor na Andaluzia occidental, especialmente em Huelva, Sevilha e Cádiz, devido a sua situação como porta de saída até a América. O Reino de Granada, pelo contrário, tinha seus interesses no Mediterrâneo. No século XVIII, a Anadaluzia começou a ser repovoada por outros povos vindos de diversas partes de outros países europeus e da região que hoje é conhecida como Espanha.

Até o século XIX a Andaluzia viveu um período dourado porém a Guerra pela Independência Espanhola (ou Guerra Peninsular) e a independência das colônias espanholas foram fatais. Várias revoltas surgem no território da Andaluzia entre eles o bandoleirismo (quadrilhas que atacavam viajantes). A grave crise economica conduziu aos andaluzes a apoiar a revoluçao de 1868 ("la Gloriosa" ou "la Setembrina") que acabou por destronar a rainha Isabel II. A Primeira República Espanhola fracassa, a monarquia é restituída, assumindo Afonso XII, filho de Isabel II.

Em 1883 é aprovada a Constitução Federal de Antequera, que foi um intento falido por dotar a Andaluzia de um estado independente que se integraria voluntariamente como estado federal em uma federacção hispanica. Fruto das convulsões vividas desde a revolução de 1868. É neste momento que muitos sitam o nascimento do nacionalismo andaluz.

Com apoio do rei Afonso XIII, o general Primo de Rivera inicia uma ditadura na Espanha que durou de 1923 a 1930 mas foi só com a proclamação da Segunda Rebública Espanhola que se tentou resolver alguns problemas da Andaluzia (anafalbetismo e reforma agrária). Em 1939 após a Guerra Civil Espanhola, o General Francisco Franco assumiu o poder espanhol e os pequenos avanços feitos a favor da reforma agrária se perderam. Houve avanços na região com desenvolvimento da indústria, turismo e transporte. Com a morte de Franco, a Espanha institui o regime de monarquia parlamentarista.

Em 1980, a Andaluzia adquiriu sua autonomia própria e começou sua lenta recuperação. Em 1992, inaugurou-se o trem de alta velocidade entre Sevilha e Madri e se celebrou a Exposição Universal de Sevilha.



É a segunda comunidade autônoma espanhola em extensão territorial perdendo para Castela e Leão.



A região é influenciada por um clima temperado mediterrânico cujas características variam conforme o relevo. Na Costa do Sol é o mediterrânico subtropical, com temperaturas amenas no Inverno e não muito elevadas no Verão. A área de Almeria é a mais árida de toda a Europa e nas montanhas a temperatura é muito baixa no Inverno, sendo acompanhada de precipitação abundante em forma de neve.



Compreende três unidades fundamentais:



O maior rio da Andaluzia é o Guadalquivir (657 km), nasce na serra de Cazorla (Jaén), passa pelas cidades de Córdoba e Sevilha, e desemboca em Sanlúcar de Barrameda (Cádiz). Outros rios importantes: Guadiana, Odiel-Tinto e Guadalete-Barbate.



A Andaluzia é a primeira Comunidade Autónoma espanhola quanto à população, que em 2006 era de 7.975.672 habitantes. Esta concentra-se sobretudo nas capitais provinciais e na costa, pelo que o nível de urbanização da Andaluzia é bastante alto; Metade da população andaluza concentra-se nas 26 cidades com mais de 50.000 habitantes. Em termos de população é importante demarcar as seguintes áreas(em 2006):

A cidade mais populosa da Andaluzia é Sevilha com 704.414 habitantes. Seguida por Málaga (560.631 habitantes), Córdoba (322.867 habitantes), Granada (237.929 habitantes) e Jerez de la Frontera (206.274 habitantes). .



A Andaluzia é uma comunidade autónoma espanhola. O seu Estatuto de Autonomia estabelem de governa da região a Junta da Andaluzia, o Parlamento da Andaluzia e o Tribunal Superior de Justiça da Andaluzia. O órgão executivo é o Conselho de Governo da Andaluzia e o Parlamento elege 109 deputados.



A Andaluzia adquiriu sua autonomia em 1980 após recorrer ao artigo 151 da Constitução espanhola de 1978.



A comunidade da Andaluzia divide-se em oito províncias (atualmente são 50 províncias espanholas, segundo o Decreto de 1833 de División Provincial, planeada por Javier de Burgos. Estas províncias, por sua vez, dividem-se em 770 municípios. As províncias são as seguintes:



A Andaluzia é rica em recursos minerais como carvão, chumbo, cobre, ferro, quartzo, prata, mármore e também exporta sal a partir de Cádiz e Huelva. Os recursos pesqueiros estão quase esgotados e a indústria está pouco desenvolvida, exceptuando a do turismo, que é a mais rentável. É sobretudo forte na produção de azeite (70% do total espanhol), arroz, frutas, trigo, plantas industriais e na produção de gado. Os vinhos finos de Jerez são muito famosos e de grande qualidade. O comércio está muito desenvolvido e ocupa mais de 50% da população activa.



Situada ao sul da Espanha em uma das regiões mais quentes e com várias praias, a Andaluzia proporciona turismo de "sol e praia". A sua costa é dividida em Costa da Luz (Huelva e Cádiz), banhada pelo oceano Atlântico, Costa do Sol (parte de Cádiz e Málaga), Costa Tropical (Granada e parte de Almería) e Costa de Almería, banhadas pelo mar mediterrâneo. O turismo cultural mais conhecidos são Alhambra (Granada), a Giralda e a Catedral de Santa Maria (que é a maior catedral da Espanha) em Sevilha e a mesquita de Córdoba. A Tourada e o Flamenco também atraem a muitos turistas ao Sul de Espanha. Ainda incluem algumas catedrais, igrejas, castelos e fortalezas.



O Comércio com o exterior faz-se por via marítima através dos portos de Cádis, Málaga, Algeciras, Huelva e Sevilha. As auto-estradas asseguram a sua acessibilidade ao resto do país. Através da linha ferroviária de alta velocidade - AVE -, a Andaluzia estabelece ligação directa com o centro do território e num futuro breve fá-lo-á com toda a Europa. Os aeroportos de Málaga e de Sevilha concentram 70% do tráfego aéreo. Em Sevilha e Málaga o metro será uma realidade em 2008, e em Granada está também a ser construído.









v • d • e • h



Nota: Para outros significados de Andaluzia, ver andaluzia (desambiguação).

(andaluzia por si, para Espanha e para a humanidade.)



Área



População



Representação parlamentar

 

A Andaluzia (em castelhano Andalucía) é uma região de Espanha e está localizada na parte meridional do país, é limitada, começando a Oeste, em direcção a Este, por Portugal pela Extremadura, pela região de Castilla-La Mancha e, finalmente, pela Região de Múrcia. A Sul a fronteira é o mar, o Oceano Atlântico e o Mar Mediterrâneo, numa costa com cerca de 910 km. A sua capital é a cidade de Sevilha, onde tem a sua sede a Junta de andaluzia, enquanto o Tribunal Superior de Justiça de Andaluzia tem a sua sede na cidade de Granada.

O seu nome provém de Al-Andalus, nome que os muçulmanos davam à Península Ibérica no século VIII.

É a segunda maior comunidade autônoma espanhola e ocupa o primeiro lugar na lista das regiões por população e tornou-se comunidade autónoma em 1982. O novo estatuto de autonomia do ano 2007 reconhece a sua identidade como uma realidade nacional.



A sua origem remonta à Pré-História o primeiro povoamento da Andaluzia datam do período paleolítico. Por volta de 1.000 a.C. estabeleceram-se diversos povos que a colonizaram entre eles os fenícios, gregos e cartagineses. Reino de Tartessos foi o nome como os gregos denominaram a região que tinha por linha central o vale do rio Tartessos, que depois os romanos chamaram de Bétis e os árabes de Guadalquivir. No século VI a.C, Tartessos desapareceu abruptamente e quando os romanos lá chegaram o reino já não existia mais. Os cartagineses abandonaram a região quando Cartago foi derrotada pelos romanos na Segunda guerra púnica.

Os romanos dominaram a região e lhe deram o nome de Bética e ficaram ali até as invasões dos vândalos e visigodos. Na época do domínio romano a região era rica e exportava vinho e principalmente azeite de oliva. Enquanto os vândalos permaneceram por pouco tempo na região, os visigodos fundaram um reino que durou até a chegada dos muçulmanos oriundos do Norte de África e do Próximo Oriente.

Em 711 a.C. os árabes invadiram a região, um domínio que durou oito séculos e deixou marcas na população e na cultura da andaluzia. Estabeleceram um Emirado com capital em Córdoba, que se tornou independente de Damasco no ano de 929. Este período foi de grande prosperidade sociocultural. A agricultura desenvolveu-se muito, tal como as indústrias naval, de papel, do vidro, dos tecidos e da cerâmica. Provavelmente o nome andaluzia seria uma denominação dos árabes deram aos vândalos (que não conseguiam pronunciar o som do "v").

Durante o século XI o califado debilitou-se em guerras civis sendo região conquistada pelos reis católicos facto conhecido como a Reconquista de Granada em 1492. A presença árabe na região pode ser constatada por vários monumentos (como as fortalezas de Alhambra e mesquitas como em Córdoba) assim como palavras encorporadas ao dicionário espanhol).

Depois da conquista castelhana, o território da atual Andaluzia estava ocupado por quatro reinos: Sevilha, Córdoba, Jaén e Granada. Porém, na época o termo Andaluzia só desginava os reinos de Sevilha e Córdoba. O que é conhecido como território actual só se formou após a Guerra das Alpujarras de 1570-72 quando se deu a total expulsão dos mouros da região. Primeiro, os mouros se dispersaram pelo Reino de Castela, sendo depois totalmente expulsos da península Ibérica em 1609.

A campanha de expansão castelhana na América durante o século XVI causará um período de esplendor na andaluzia occidental, especialmente em Huelva, Sevilha e Cádiz, devido a sua situação como porta de saída até a América. O Reino de Granada, pelo contrário, tinha seus interesses no Mediterrâneo. No século XVIII, a Anadaluzia começou a ser repovoada por outros povos vindos de diversas partes de outros países europeus e da região que hoje é conhecida como Espanha.

Até o século XIX a Andaluzia viveu um período dourado porém a Guerra pela Independência Espanhola (ou Guerra Peninsular) e a independência das colônias espanholas foram fatais. Várias revoltas surgem no território da andaluzia entre eles o bandoleirismo (quadrilhas que atacavam viajantes). A grave crise economica conduziu aos andaluzes a apoiar a revoluçao de 1868 ("la Gloriosa" ou "la Setembrina") que acabou por destronar a rainha Isabel II. A Primeira República Espanhola fracassa, a monarquia é restituída, assumindo Afonso XII, filho de Isabel II.

Em 1883 é aprovada a Constitução Federal de Antequera, que foi um intento falido por dotar a andaluzia de um estado independente que se integraria voluntariamente como estado federal em uma federacção hispanica. Fruto das convulsões vividas desde a revolução de 1868. É neste momento que muitos sitam o nascimento do nacionalismo andaluz.

Com apoio do rei Afonso XIII, o general Primo de Rivera inicia uma ditadura na Espanha que durou de 1923 a 1930 mas foi só com a proclamação da Segunda Rebública Espanhola que se tentou resolver alguns problemas da Andaluzia (anafalbetismo e reforma agrária). Em 1939 após a Guerra Civil Espanhola, o General Francisco Franco assumiu o poder espanhol e os pequenos avanços feitos a favor da reforma agrária se perderam. Houve avanços na região com desenvolvimento da indústria, turismo e transporte. Com a morte de Franco, a Espanha institui o regime de monarquia parlamentarista.

Em 1980, a andaluzia adquiriu sua autonomia própria e começou sua lenta recuperação. Em 1992, inaugurou-se o trem de alta velocidade entre Sevilha e Madri e se celebrou a Exposição Universal de Sevilha.



É a segunda comunidade autônoma espanhola em extensão territorial perdendo para Castela e Leão.



A região é influenciada por um clima temperado mediterrânico cujas características variam conforme o relevo. Na Costa do Sol é o mediterrânico subtropical, com temperaturas amenas no Inverno e não muito elevadas no Verão. A área de Almeria é a mais árida de toda a Europa e nas montanhas a temperatura é muito baixa no Inverno, sendo acompanhada de precipitação abundante em forma de neve.



Compreende três unidades fundamentais:



O maior rio da andaluzia é o Guadalquivir (657 km), nasce na serra de Cazorla (Jaén), passa pelas cidades de Córdoba e Sevilha, e desemboca em Sanlúcar de Barrameda (Cádiz). Outros rios importantes: Guadiana, Odiel-Tinto e Guadalete-Barbate.



A Andaluzia é a primeira Comunidade Autónoma espanhola quanto à população, que em 2006 era de 7.975.672 habitantes. Esta concentra-se sobretudo nas capitais provinciais e na costa, pelo que o nível de urbanização da andaluzia é bastante alto; Metade da população andaluza concentra-se nas 26 cidades com mais de 50.000 habitantes. Em termos de população é importante demarcar as seguintes áreas(em 2006):

A cidade mais populosa da Andaluzia é Sevilha com 704.414 habitantes. Seguida por Málaga (560.631 habitantes), Córdoba (322.867 habitantes), Granada (237.929 habitantes) e Jerez de la Frontera (206.274 habitantes). .



A Andaluzia é uma comunidade autónoma espanhola. O seu Estatuto de Autonomia estabelem de governa da região a Junta da andaluzia, o Parlamento da andaluzia e o Tribunal Superior de Justiça da Andaluzia. O órgão executivo é o Conselho de Governo da Andaluzia e o Parlamento elege 109 deputados.



A andaluzia adquiriu sua autonomia em 1980 após recorrer ao artigo 151 da Constitução espanhola de 1978.



A comunidade da Andaluzia divide-se em oito províncias (atualmente são 50 províncias espanholas, segundo o Decreto de 1833 de División Provincial, planeada por Javier de Burgos. Estas províncias, por sua vez, dividem-se em 770 municípios. As províncias são as seguintes:



A andaluzia é rica em recursos minerais como carvão, chumbo, cobre, ferro, quartzo, prata, mármore e também exporta sal a partir de Cádiz e Huelva. Os recursos pesqueiros estão quase esgotados e a indústria está pouco desenvolvida, exceptuando a do turismo, que é a mais rentável. É sobretudo forte na produção de azeite (70% do total espanhol), arroz, frutas, trigo, plantas industriais e na produção de gado. Os vinhos finos de Jerez são muito famosos e de grande qualidade. O comércio está muito desenvolvido e ocupa mais de 50% da população activa.



Situada ao sul da Espanha em uma das regiões mais quentes e com várias praias, a andaluzia proporciona turismo de "sol e praia". A sua costa é dividida em Costa da Luz (Huelva e Cádiz), banhada pelo oceano Atlântico, Costa do Sol (parte de Cádiz e Málaga), Costa Tropical (Granada e parte de Almería) e Costa de Almería, banhadas pelo mar mediterrâneo. O turismo cultural mais conhecidos são Alhambra (Granada), a Giralda e a Catedral de Santa Maria (que é a maior catedral da Espanha) em Sevilha e a mesquita de Córdoba. A Tourada e o Flamenco também atraem a muitos turistas ao Sul de Espanha. Ainda incluem algumas catedrais, igrejas, castelos e fortalezas.



O Comércio com o exterior faz-se por via marítima através dos portos de Cádis, Málaga, Algeciras, Huelva e Sevilha. As auto-estradas asseguram a sua acessibilidade ao resto do país. Através da linha ferroviária de alta velocidade - AVE -, a Andaluzia estabelece ligação directa com o centro do território e num futuro breve fá-lo-á com toda a Europa. Os aeroportos de Málaga e de Sevilha concentram 70% do tráfego aéreo. Em Sevilha e Málaga o metro será uma realidade em 2008, e em Granada está também a ser construído.









v • d • e • h



andaluziaandaluzia


Fonte: CIA Factbook, Wikipedia


Did you find it useful?


Do you have pictures or stories to share about Andaluzia? Send them to









Mapa de Andaluzia

Sobre Andaluzia
História
Geografia
Política
Divisão política-administrativa
Economia
Transportes

O que nossos usuários acreditam Andaluzia

     
Hoteles Andalucía Alberghi Andalusia Hotell Andalusien Hotel Andalusien Hotel Andalusië Hôtels Andalousie Andalusia酒店 Andalusiaホテル Отели Andalusia Ξενοδοχεία Andalusia
Sobre nós | Atendimento ao Cliente | FAQ