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Hotéis Andaluzia - Sobre Andaluzia Nota: Para outros significados de Andaluzia, ver Andaluzia (desambiguação).
(Andaluzia por si, para Espanha e para a humanidade.)
Área
População
Representação parlamentar
A Andaluzia (em castelhano Andalucía) é uma região de Espanha e está localizada na parte meridional do país, é limitada, começando a Oeste, em direcção a Este, por Portugal pela Extremadura, pela região de Castilla-La Mancha e, finalmente, pela Região de Múrcia. A Sul a fronteira é o mar, o Oceano Atlântico e o Mar Mediterrâneo, numa costa com cerca de 910 km. A sua capital é a cidade de Sevilha, onde tem a sua sede a Junta de Andaluzia, enquanto o Tribunal Superior de Justiça de Andaluzia tem a sua sede na cidade de Granada.
O seu nome provém de Al-Andalus, nome que os muçulmanos davam à Península Ibérica no século VIII.
É a segunda maior comunidade autônoma espanhola e ocupa o primeiro lugar na lista das regiões por população e tornou-se comunidade autónoma em 1982. O novo estatuto de autonomia do ano 2007 reconhece a sua identidade como uma realidade nacional.
A sua origem remonta à Pré-História o primeiro povoamento da Andaluzia datam do período paleolítico. Por volta de 1.000 a.C. estabeleceram-se diversos povos que a colonizaram entre eles os fenícios, gregos e cartagineses. Reino de Tartessos foi o nome como os gregos denominaram a região que tinha por linha central o vale do rio Tartessos, que depois os romanos chamaram de Bétis e os árabes de Guadalquivir. No século VI a.C, Tartessos desapareceu abruptamente e quando os romanos lá chegaram o reino já não existia mais. Os cartagineses abandonaram a região quando Cartago foi derrotada pelos romanos na Segunda guerra púnica.
Os romanos dominaram a região e lhe deram o nome de Bética e ficaram ali até as invasões dos vândalos e visigodos. Na época do domínio romano a região era rica e exportava vinho e principalmente azeite de oliva. Enquanto os vândalos permaneceram por pouco tempo na região, os visigodos fundaram um reino que durou até a chegada dos muçulmanos oriundos do Norte de África e do Próximo Oriente.
Em 711 a.C. os árabes invadiram a região, um domínio que durou oito séculos e deixou marcas na população e na cultura da Andaluzia. Estabeleceram um Emirado com capital em Córdoba, que se tornou independente de Damasco no ano de 929. Este período foi de grande prosperidade sociocultural. A agricultura desenvolveu-se muito, tal como as indústrias naval, de papel, do vidro, dos tecidos e da cerâmica. Provavelmente o nome Andaluzia seria uma denominação dos árabes deram aos vândalos (que não conseguiam pronunciar o som do "v").
Durante o século XI o califado debilitou-se em guerras civis sendo região conquistada pelos reis católicos facto conhecido como a Reconquista de Granada em 1492. A presença árabe na região pode ser constatada por vários monumentos (como as fortalezas de Alhambra e mesquitas como em Córdoba) assim como palavras encorporadas ao dicionário espanhol).
Depois da conquista castelhana, o território da atual Andaluzia estava ocupado por quatro reinos: Sevilha, Córdoba, Jaén e Granada. Porém, na época o termo Andaluzia só desginava os reinos de Sevilha e Córdoba. O que é conhecido como território actual só se formou após a Guerra das Alpujarras de 1570-72 quando se deu a total expulsão dos mouros da região. Primeiro, os mouros se dispersaram pelo Reino de Castela, sendo depois totalmente expulsos da península Ibérica em 1609.
A campanha de expansão castelhana na América durante o século XVI causará um período de esplendor na Andaluzia occidental, especialmente em Huelva, Sevilha e Cádiz, devido a sua situação como porta de saída até a América. O Reino de Granada, pelo contrário, tinha seus interesses no Mediterrâneo. No século XVIII, a Anadaluzia começou a ser repovoada por outros povos vindos de diversas partes de outros países europeus e da região que hoje é conhecida como Espanha.
Até o século XIX a Andaluzia viveu um período dourado porém a Guerra pela Independência Espanhola (ou Guerra Peninsular) e a independência das colônias espanholas foram fatais. Várias revoltas surgem no território da Andaluzia entre eles o bandoleirismo (quadrilhas que atacavam viajantes). A grave crise economica conduziu aos andaluzes a apoiar a revoluçao de 1868 ("la Gloriosa" ou "la Setembrina") que acabou por destronar a rainha Isabel II. A Primeira República Espanhola fracassa, a monarquia é restituída, assumindo Afonso XII, filho de Isabel II.
Em 1883 é aprovada a Constitução Federal de Antequera, que foi um intento falido por dotar a Andaluzia de um estado independente que se integraria voluntariamente como estado federal em uma federacção hispanica. Fruto das convulsões vividas desde a revolução de 1868. É neste momento que muitos sitam o nascimento do nacionalismo andaluz.
Com apoio do rei Afonso XIII, o general Primo de Rivera inicia uma ditadura na Espanha que durou de 1923 a 1930 mas foi só com a proclamação da Segunda Rebública Espanhola que se tentou resolver alguns problemas da Andaluzia (anafalbetismo e reforma agrária). Em 1939 após a Guerra Civil Espanhola, o General Francisco Franco assumiu o poder espanhol e os pequenos avanços feitos a favor da reforma agrária se perderam. Houve avanços na região com desenvolvimento da indústria, turismo e transporte. Com a morte de Franco, a Espanha institui o regime de monarquia parlamentarista.
Em 1980, a Andaluzia adquiriu sua autonomia própria e começou sua lenta recuperação. Em 1992, inaugurou-se o trem de alta velocidade entre Sevilha e Madri e se celebrou a Exposição Universal de Sevilha.
É a segunda comunidade autônoma espanhola em extensão territorial perdendo para Castela e Leão.
A região é influenciada por um clima temperado mediterrânico cujas características variam conforme o relevo. Na Costa do Sol é o mediterrânico subtropical, com temperaturas amenas no Inverno e não muito elevadas no Verão. A área de Almeria é a mais árida de toda a Europa e nas montanhas a temperatura é muito baixa no Inverno, sendo acompanhada de precipitação abundante em forma de neve.
Compreende três unidades fundamentais:
O maior rio da Andaluzia é o Guadalquivir (657 km), nasce na serra de Cazorla (Jaén), passa pelas cidades de Córdoba e Sevilha, e desemboca em Sanlúcar de Barrameda (Cádiz). Outros rios importantes: Guadiana, Odiel-Tinto e Guadalete-Barbate.
A Andaluzia é a primeira Comunidade Autónoma espanhola quanto à população, que em 2006 era de 7.975.672 habitantes. Esta concentra-se sobretudo nas capitais provinciais e na costa, pelo que o nível de urbanização da Andaluzia é bastante alto; Metade da população andaluza concentra-se nas 26 cidades com mais de 50.000 habitantes. Em termos de população é importante demarcar as seguintes áreas(em 2006):
A cidade mais populosa da Andaluzia é Sevilha com 704.414 habitantes. Seguida por Málaga (560.631 habitantes), Córdoba (322.867 habitantes), Granada (237.929 habitantes) e Jerez de la Frontera (206.274 habitantes). .
A Andaluzia é uma comunidade autónoma espanhola. O seu Estatuto de Autonomia estabelem de governa da região a Junta da Andaluzia, o Parlamento da Andaluzia e o Tribunal Superior de Justiça da Andaluzia. O órgão executivo é o Conselho de Governo da Andaluzia e o Parlamento elege 109 deputados.
A Andaluzia adquiriu sua autonomia em 1980 após recorrer ao artigo 151 da Constitução espanhola de 1978.
A comunidade da Andaluzia divide-se em oito províncias (atualmente são 50 províncias espanholas, segundo o Decreto de 1833 de División Provincial, planeada por Javier de Burgos. Estas províncias, por sua vez, dividem-se em 770 municípios. As províncias são as seguintes:
A Andaluzia é rica em recursos minerais como carvão, chumbo, cobre, ferro, quartzo, prata, mármore e também exporta sal a partir de Cádiz e Huelva. Os recursos pesqueiros estão quase esgotados e a indústria está pouco desenvolvida, exceptuando a do turismo, que é a mais rentável. É sobretudo forte na produção de azeite (70% do total espanhol), arroz, frutas, trigo, plantas industriais e na produção de gado. Os vinhos finos de Jerez são muito famosos e de grande qualidade. O comércio está muito desenvolvido e ocupa mais de 50% da população activa.
Situada ao sul da Espanha em uma das regiões mais quentes e com várias praias, a Andaluzia proporciona turismo de "sol e praia". A sua costa é dividida em Costa da Luz (Huelva e Cádiz), banhada pelo oceano Atlântico, Costa do Sol (parte de Cádiz e Málaga), Costa Tropical (Granada e parte de Almería) e Costa de Almería, banhadas pelo mar mediterrâneo. O turismo cultural mais conhecidos são Alhambra (Granada), a Giralda e a Catedral de Santa Maria (que é a maior catedral da Espanha) em Sevilha e a mesquita de Córdoba. A Tourada e o Flamenco também atraem a muitos turistas ao Sul de Espanha. Ainda incluem algumas catedrais, igrejas, castelos e fortalezas.
O Comércio com o exterior faz-se por via marítima através dos portos de Cádis, Málaga, Algeciras, Huelva e Sevilha. As auto-estradas asseguram a sua acessibilidade ao resto do país. Através da linha ferroviária de alta velocidade - AVE -, a Andaluzia estabelece ligação directa com o centro do território e num futuro breve fá-lo-á com toda a Europa. Os aeroportos de Málaga e de Sevilha concentram 70% do tráfego aéreo. Em Sevilha e Málaga o metro será uma realidade em 2008, e em Granada está também a ser construído.
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Nota: Para outros significados de Andaluzia, ver andaluzia (desambiguação).
(andaluzia por si, para Espanha e para a humanidade.)
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População
Representação parlamentar
A Andaluzia (em castelhano Andalucía) é uma região de Espanha e está localizada na parte meridional do país, é limitada, começando a Oeste, em direcção a Este, por Portugal pela Extremadura, pela região de Castilla-La Mancha e, finalmente, pela Região de Múrcia. A Sul a fronteira é o mar, o Oceano Atlântico e o Mar Mediterrâneo, numa costa com cerca de 910 km. A sua capital é a cidade de Sevilha, onde tem a sua sede a Junta de andaluzia, enquanto o Tribunal Superior de Justiça de Andaluzia tem a sua sede na cidade de Granada.
O seu nome provém de Al-Andalus, nome que os muçulmanos davam à Península Ibérica no século VIII.
É a segunda maior comunidade autônoma espanhola e ocupa o primeiro lugar na lista das regiões por população e tornou-se comunidade autónoma em 1982. O novo estatuto de autonomia do ano 2007 reconhece a sua identidade como uma realidade nacional.
A sua origem remonta à Pré-História o primeiro povoamento da Andaluzia datam do período paleolítico. Por volta de 1.000 a.C. estabeleceram-se diversos povos que a colonizaram entre eles os fenícios, gregos e cartagineses. Reino de Tartessos foi o nome como os gregos denominaram a região que tinha por linha central o vale do rio Tartessos, que depois os romanos chamaram de Bétis e os árabes de Guadalquivir. No século VI a.C, Tartessos desapareceu abruptamente e quando os romanos lá chegaram o reino já não existia mais. Os cartagineses abandonaram a região quando Cartago foi derrotada pelos romanos na Segunda guerra púnica.
Os romanos dominaram a região e lhe deram o nome de Bética e ficaram ali até as invasões dos vândalos e visigodos. Na época do domínio romano a região era rica e exportava vinho e principalmente azeite de oliva. Enquanto os vândalos permaneceram por pouco tempo na região, os visigodos fundaram um reino que durou até a chegada dos muçulmanos oriundos do Norte de África e do Próximo Oriente.
Em 711 a.C. os árabes invadiram a região, um domínio que durou oito séculos e deixou marcas na população e na cultura da andaluzia. Estabeleceram um Emirado com capital em Córdoba, que se tornou independente de Damasco no ano de 929. Este período foi de grande prosperidade sociocultural. A agricultura desenvolveu-se muito, tal como as indústrias naval, de papel, do vidro, dos tecidos e da cerâmica. Provavelmente o nome andaluzia seria uma denominação dos árabes deram aos vândalos (que não conseguiam pronunciar o som do "v").
Durante o século XI o califado debilitou-se em guerras civis sendo região conquistada pelos reis católicos facto conhecido como a Reconquista de Granada em 1492. A presença árabe na região pode ser constatada por vários monumentos (como as fortalezas de Alhambra e mesquitas como em Córdoba) assim como palavras encorporadas ao dicionário espanhol).
Depois da conquista castelhana, o território da atual Andaluzia estava ocupado por quatro reinos: Sevilha, Córdoba, Jaén e Granada. Porém, na época o termo Andaluzia só desginava os reinos de Sevilha e Córdoba. O que é conhecido como território actual só se formou após a Guerra das Alpujarras de 1570-72 quando se deu a total expulsão dos mouros da região. Primeiro, os mouros se dispersaram pelo Reino de Castela, sendo depois totalmente expulsos da península Ibérica em 1609.
A campanha de expansão castelhana na América durante o século XVI causará um período de esplendor na andaluzia occidental, especialmente em Huelva, Sevilha e Cádiz, devido a sua situação como porta de saída até a América. O Reino de Granada, pelo contrário, tinha seus interesses no Mediterrâneo. No século XVIII, a Anadaluzia começou a ser repovoada por outros povos vindos de diversas partes de outros países europeus e da região que hoje é conhecida como Espanha.
Até o século XIX a Andaluzia viveu um período dourado porém a Guerra pela Independência Espanhola (ou Guerra Peninsular) e a independência das colônias espanholas foram fatais. Várias revoltas surgem no território da andaluzia entre eles o bandoleirismo (quadrilhas que atacavam viajantes). A grave crise economica conduziu aos andaluzes a apoiar a revoluçao de 1868 ("la Gloriosa" ou "la Setembrina") que acabou por destronar a rainha Isabel II. A Primeira República Espanhola fracassa, a monarquia é restituída, assumindo Afonso XII, filho de Isabel II.
Em 1883 é aprovada a Constitução Federal de Antequera, que foi um intento falido por dotar a andaluzia de um estado independente que se integraria voluntariamente como estado federal em uma federacção hispanica. Fruto das convulsões vividas desde a revolução de 1868. É neste momento que muitos sitam o nascimento do nacionalismo andaluz.
Com apoio do rei Afonso XIII, o general Primo de Rivera inicia uma ditadura na Espanha que durou de 1923 a 1930 mas foi só com a proclamação da Segunda Rebública Espanhola que se tentou resolver alguns problemas da Andaluzia (anafalbetismo e reforma agrária). Em 1939 após a Guerra Civil Espanhola, o General Francisco Franco assumiu o poder espanhol e os pequenos avanços feitos a favor da reforma agrária se perderam. Houve avanços na região com desenvolvimento da indústria, turismo e transporte. Com a morte de Franco, a Espanha institui o regime de monarquia parlamentarista.
Em 1980, a andaluzia adquiriu sua autonomia própria e começou sua lenta recuperação. Em 1992, inaugurou-se o trem de alta velocidade entre Sevilha e Madri e se celebrou a Exposição Universal de Sevilha.
É a segunda comunidade autônoma espanhola em extensão territorial perdendo para Castela e Leão.
A região é influenciada por um clima temperado mediterrânico cujas características variam conforme o relevo. Na Costa do Sol é o mediterrânico subtropical, com temperaturas amenas no Inverno e não muito elevadas no Verão. A área de Almeria é a mais árida de toda a Europa e nas montanhas a temperatura é muito baixa no Inverno, sendo acompanhada de precipitação abundante em forma de neve.
Compreende três unidades fundamentais:
O maior rio da andaluzia é o Guadalquivir (657 km), nasce na serra de Cazorla (Jaén), passa pelas cidades de Córdoba e Sevilha, e desemboca em Sanlúcar de Barrameda (Cádiz). Outros rios importantes: Guadiana, Odiel-Tinto e Guadalete-Barbate.
A Andaluzia é a primeira Comunidade Autónoma espanhola quanto à população, que em 2006 era de 7.975.672 habitantes. Esta concentra-se sobretudo nas capitais provinciais e na costa, pelo que o nível de urbanização da andaluzia é bastante alto; Metade da população andaluza concentra-se nas 26 cidades com mais de 50.000 habitantes. Em termos de população é importante demarcar as seguintes áreas(em 2006):
A cidade mais populosa da Andaluzia é Sevilha com 704.414 habitantes. Seguida por Málaga (560.631 habitantes), Córdoba (322.867 habitantes), Granada (237.929 habitantes) e Jerez de la Frontera (206.274 habitantes). .
A Andaluzia é uma comunidade autónoma espanhola. O seu Estatuto de Autonomia estabelem de governa da região a Junta da andaluzia, o Parlamento da andaluzia e o Tribunal Superior de Justiça da Andaluzia. O órgão executivo é o Conselho de Governo da Andaluzia e o Parlamento elege 109 deputados.
A andaluzia adquiriu sua autonomia em 1980 após recorrer ao artigo 151 da Constitução espanhola de 1978.
A comunidade da Andaluzia divide-se em oito províncias (atualmente são 50 províncias espanholas, segundo o Decreto de 1833 de División Provincial, planeada por Javier de Burgos. Estas províncias, por sua vez, dividem-se em 770 municípios. As províncias são as seguintes:
A andaluzia é rica em recursos minerais como carvão, chumbo, cobre, ferro, quartzo, prata, mármore e também exporta sal a partir de Cádiz e Huelva. Os recursos pesqueiros estão quase esgotados e a indústria está pouco desenvolvida, exceptuando a do turismo, que é a mais rentável. É sobretudo forte na produção de azeite (70% do total espanhol), arroz, frutas, trigo, plantas industriais e na produção de gado. Os vinhos finos de Jerez são muito famosos e de grande qualidade. O comércio está muito desenvolvido e ocupa mais de 50% da população activa.
Situada ao sul da Espanha em uma das regiões mais quentes e com várias praias, a andaluzia proporciona turismo de "sol e praia". A sua costa é dividida em Costa da Luz (Huelva e Cádiz), banhada pelo oceano Atlântico, Costa do Sol (parte de Cádiz e Málaga), Costa Tropical (Granada e parte de Almería) e Costa de Almería, banhadas pelo mar mediterrâneo. O turismo cultural mais conhecidos são Alhambra (Granada), a Giralda e a Catedral de Santa Maria (que é a maior catedral da Espanha) em Sevilha e a mesquita de Córdoba. A Tourada e o Flamenco também atraem a muitos turistas ao Sul de Espanha. Ainda incluem algumas catedrais, igrejas, castelos e fortalezas.
O Comércio com o exterior faz-se por via marítima através dos portos de Cádis, Málaga, Algeciras, Huelva e Sevilha. As auto-estradas asseguram a sua acessibilidade ao resto do país. Através da linha ferroviária de alta velocidade - AVE -, a Andaluzia estabelece ligação directa com o centro do território e num futuro breve fá-lo-á com toda a Europa. Os aeroportos de Málaga e de Sevilha concentram 70% do tráfego aéreo. Em Sevilha e Málaga o metro será uma realidade em 2008, e em Granada está também a ser construído.
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Fonte: CIA Factbook, Wikipedia
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